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Fazer ou não fazer uma Sex Tape?

Olá queridos, como vão?

Hoje, gostaria de falar sobre uma coisa que todo mundo já fez e quem não fez, gostaria de fazer mas tem medo. Não, não estou falando de anal. Estou falando da “sex tape” vulgo videos caseiros.

Quem não ouviu falar de videos caseiros que foram soltos na internet e fizeram a fama de alguma sub celebridade? Como a Paris Hilton, a Kim Kardashian ou a Tila Tequila. A verdade é que dá um certo medinho ao pensar em fazer um video durante o sexo.  E se alguém olhar? E se um ex, por raiva, vai e publica na internet? Esses medos são completamente normais e compreensíveis, afinal, é um momento intimo que ninguém gostaria de mostrar para os outros, e sim apreciar sozinho ou com o parceiro.

A dica é: só faça o vídeo se for por você, se for pra apreciar e até analisar sua performance na cama. Não filmem só pelo seu parceiro ou só porque alguém disse que é legal. Só faça se você quiser de verdade, e se você confia na pessoa que está com você.

Para fazer um filme bem legal, é bom filmar de vários ângulos. Durante as preliminares, deixe a câmera do lado para filmar os amassos, os beijos, a pegada e as roupas sendo tiradas . Quando as coisas esquentarem e as calcinhas e cuecas estiverem devidamente em seus lugares (no chão) é hora de partir pro oral e, é claro, levar a câmera junto.

Tente pegar um ângulo onde possa ver o que o parceiro está fazendo. O jeito que ele está fazendo o oral, suas expressões e os gemidos também vão fazer o vídeo ficar mais sexy. Também, pra deixar o vídeo mais erótico, filme o corpo de seu/sua parceira. Mostra o seu interesse nele, o seu desejo.

Depois, tente achar um lugar para posicionar a câmera de um jeito que ela possa pegar o corpo todo de vocês. Assim, não vai ficar um vídeo chato e cortado, onde só o que se pode ver é metade do ombro da menina. Ache um ângulo bom e que a perspectiva seja boa, se você entende o que eu to falando hahahaha

Por experiência própria, sei que assim que você percebe a câmera lá, “olhando” você, dá aquele friozinho na barriga, aquela insegurança. Mas, como diziam uns antigos filósofos:  não se reprima! Faça o seu sexo gostoso do jeito que você sempre faz. Não tente parecer o que não é, ou mostrar o que você acha que seria melhor, como gemer diferente ou mais alto. Se não é o seu normal, então na hora de assistir o vídeo você não vai achar legal. Na dúvida, mantenha-se no seu normal.

Tanto faz se você curte um papai e mamãe calmo e gostoso, ou um sexo selvagem com tapas e xingamentos. Os dois ficarão ótimos no vídeo, se você fizer com vontade e realmente apreciar o momento, e não ficar se preocupando só com a câmera.

Para o pós sex tape, a dica final é uma simples e óbvia: ESCONDA DIREITO! SE você divide o computador com sua irmã ou seu tio, o almoço de domingo será desconfortável caso alguém ache a gravação, certo? Se você não tem como esconder, apague-o. Se estiver no celular, apague do mesmo jeito. Perder celular é muito fácil hoje em dia, e as chances de alguém de má fé se apossar de seu telefone e publicar os vídeos são enormes. Portanto, faça o vídeo, assista, faça sexo novamente (porque duas vezes é melhor que uma) mas no final, esconda ou apague. Assim ninguém poderá colocar as mãos em material proibido, certo?

Bom, esse foi o texto de hoje. Espero que tenham gostado. Obrigada por lerem minha coluna, e até semana que vem!

xoxo,

Miss Lily.

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Posições sexuais

Olá pequenos. Como vão?

 Depois de ter um final de semana bem gostoso, fiquei inspirada e resolvi escrever sobre uma coisa que não é tabu, não é polêmico, mas faz parte da vida sexual de todo mundo, que são as diferentes posições sexuais.

Existem milhares de posições diferentes. No Kama Sutra mesmo tem por volta de 300 posições. Mas convenhamos que as posições do Kama Sutra são mais artísticas do que excitantes.

Para o sexo ser sempre bom e gostoso, não pode deixar cair na rotina. Aquele papai e mamãe todo dia vai acabar desgastando a relação. Não só o papai e mamãe, mas permanecer em uma posição só vai deixar monótono. Por isso é bom variar, inovar. Não estou falando de nada louco, nem impossível, e sim de posições gostosas, confortáveis e diferentes.

Vou falar um pouco das posições que eu mais gosto hahaha. São posições simples e que acho que todo casal deveria fazer. Não tenho nomes específicos para cada uma, mas acho que o nome é o menos importante.Vamos começar?

Essa aqui é uma posição que eu gosto de chamar de “A proibida”. Proibida porque as vezes que eu a fiz, foram em lugares que não deveria. E tudo que é proibido é mais gostoso, certo? Essa aqui é boa para manter o contato visual com seu parceiro e para fazer um carinho, passar a mão no corpo dele e, também, arranhar e agarrar um no outro quando o tesão for enorme! Dá pra variar também e deitar um pouco, assim a mulher pode descer a mão e se masturbar um pouquinho, que assim dá aquele gás a mais!

Essa aqui eu gosto bastante. Não tenho um nome pra ela, mas eu sei que é MUITO gostosa! Também é boa para manter o contato visual com seu amor. Meninas, uma dica: rebolem bastante!! Rebole, sambe, mexa o quadril!! Quanto mais você movimentar seu quadril, mais gostosa a transa vai ficar. Para os homens, vale passar a mão pela bunda e coxa da sua mulher. Aproveite o que você tem em cima de você.

Essa é minha favorita! A melhor das melhores! O famoso doggystyle! Essa eu acho indispensável em qualquer transa. Como eu disse no post de Fantasias Sexuais, com essa posição você se sente mais submissa ao seu parceiro. Você está vulnerável e ele comanda os movimentos. A dica é deixar as costas bem curvadas e a bunda bem empinada. Assim a penetração é melhor e mais gostosa. Também dá pra alcançar o clitóris e esquentar um pouco mais as coisas. E meninos, aproveitem a mulher que você tem, e não tenha medo de abrir a mão e dar um tapa bem gostoso na bunda dela! Um tapinha não dói, viu? hahaha

Essa aqui requer um pouco mais de flexibilidade. As pernas vão subir até o ombro do parceiro e ele vai se movimentar. Se você, menina, tiver uma bunda bem grande ou pouca flexibilidade nas pernas, não se apavore. Vai devagar. Coloca primeiro uma no ombro dele, depois a outra. Assim que acostumar, vá aumentando a velocidade e a força dos movimentos. Sim, a força.  Com essa posição, o homem pode ir mais fundo, pois a menina estará completamente “aberta”. Dá pra sentir ele por completo, e a posição ajuda a estimular o ponto G, que fica na parte superior da sua vagina.

Essas são as posições que eu mais gosto e mais faço, portanto posso garantir que dá prazer tanto para as meninas quanto para os meninos. Faça pelo menos uma delas que eu garanto que é explosão de prazer e um orgasmo que vai te deixar sem fôlego por um tempão!!

Esse foi o post de hoje. Espero que tenham gostado 🙂 Nos vemos na próxima semana?

xoxo,

Miss Lily.

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Não é abuso… é só piada!

Tem certas coisas que lemos e ouvimos que, as vezes, nos faz ter vontade de sermos cegos e surdos. Na semana passada, quem é aficcionado nas redes sociais, viu o vexame publicitário que a marca de camisinhas Prudence cometeu, ao postar a nem tão famosa “Dieta do Sexo”. Entre os vários itens, como “colocando a camisinha sem ereção” e “69 em pé”, a tabela mostra também as opções “tirando a roupa sem o consentimento dela” e “abrir o sutiã com uma mão, apanhando dela”.

A tentativa foi de fazer piada? foi. A piada foi boa? não, não foi.

Logo recaíram as críticas em torno da publicidade, que foi um tiro no pâncreas que saiu pela culatra, considerada como apologia ao abuso sexual. Várias pessoas até mesmo clamaram pelo boicote à empresa e esperavam a retratação devida da mesma.

O problema, como de costume, vem a seguir. Muitos foram os que defenderam a empresa, dizendo que os atingidos deveriam se preocupar com assuntos mais importantes. Usuários do facebook espernearam para que deixassem a Prudence em paz, pois era somente uma piada; outros diziam que as pessoas deveriam se preocupar com questões mais sérias que iam desde a política brasileira até tomar uma cervejinha com os amigos (quando li isso meu intestino doeu gravemente).

Uma das questões é a seguinte: porque, ao me preocupar com um assunto, fico restrito somente a ele, não podendo pensar, questionar ou tentar resolver outros tantos? um problema anula o outro? eu mesmo me preocupo desde a política até a cerveja no boteco, passando também pela questão da desmoralização étnica, racial e, claro, sexual.

Sim, a “piada” é de humor negro. E humor negro atinge sempre alguma pessoa, classe, gênero… por que fazê-lo então? Muitos falam “ah, é só uma piadinha”. Mas até mesmo nosso quadro político é cheio de suas “piadinhas”, e nem preciso falar como estamos nessa questão né?

Piadas como essa “caramelizam” os reais problemas

Muitos criticaram o humorista Rafael Bastos, sobre o episódio da piada com a cantora Wanessa Camargo. Seria por defesa da moral, do respeito pela mulher? ou será que era somente, e tão somente, pelo fato de ela ser uma pessoa da mídia, vista pelo Brasil inteiro e bem recebida? paremos de demagogias vá!

As piadas, feitas dessa forma, só servem para abafar problemas, como se fosse uma compressa acima de uma ferida: não resolve, só amacia um pouco as coisas. Enquanto continuarmos fazendo piadinhas sobre estupro, sobre etnias, sobre religião, política e afins, só iremos conseguir abafar os problemas que existem em tais situações ou setores.

Enquanto o brasileiro não encarar os assuntos com seriedade, não poderemos, nunca, ser vistos como uma nação séria, confiável e respeitosa. Preciso dizer onde isso tudo está levando? acho que não…

*Lembrando que a autoria da tal “Dieta do Sexo” não cabe à Prudence. No entanto, a partir do momento em que seu logotipo está vinculado ao devido texto, esse passa a estar ligado à ela. Fazendo isso, a marca demonstra apoio ao conteúdo, mesmo que ele não tenha sido de sua a autoria.

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Ritmos do mundo afora

Ritmos do mundo afora: Habanera

Continuamos em nossa músicopopéia, ainda pela região caribenha, lançando informações sobre um ritmo, pai de muitos outros, oriundo da querida Havana cubana. Hoje, falo sobre a Habanera.

Quem lembra do “porom pom pom” (ai que podre) de Bizet na ópera Carmen? esse compasso é algo típico do estilo cubano, nascido ainda em períodos coloniais. É praticamente a primeira dança afro-latino-americana que se tem conhecimento. Só para deixar claro que um dos primeiros locais a receber colonização europeia foram as ilhas do Caribe. Sendo assim, a miscigenação no arquipélago nasceu antes que em qualquer outro local do novo mundo.

Após essa mistura de povos e raças, a Habanera – tendo esse nome derivado de seu local de origem, Havana – conquistou os colonizadores, que transformaram o ritmo e “venderam-no” novamente para os povos latino-americanos. Compositores diversos criaram músicas com influência do ritmo cubano, modificando um pouco de sua estrutura básica, composta por um compasso binário, com o primeiro tempo fortemente acentuado, com uma curta introdução seguida de duas partes de oito compassos cada uma, com modulação do tom crescente.

Um dos mais famosos arranjos habaneiros pode ser notado ao longo da obra de Georges Bizet, autor da famosíssima Carmen.

Foi bastante influenciada, diz-se, pela Contradança européia. A Habanera influenciou, entre tantos estilos musicais, o Maxixe brasileiro e o Tango argentino.

Em minha breve pesquisa sobre o ritmo, não pude achar versões cruas do estilo caribenho, sem influência europeia. O que chegaria mais perto são as obras conhecidas do já citado Bizet, Jelly Roll Morton (Creepy Feeling) e a belíssima composição de Yradier, com arranjo de Francisco Tárrega, La Paloma, que pode ser ouvida logo abaixo.

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Epic Music da Semana

Epic Music da Semana

Provavelmente vocês já ouviram aquela célebre música da banda norte americana de heavy metal Metallica, Whiskey in the Jar. Poucos sabem, porém, que alguns anos antes, a música deslanchou na voz de Phil Lynott a frente da banda irlandesa Thin Lizzy. Antes disso, a também irlandesa The Dubliners, focada no estilo folk de sua terra natal, foi o primeiro grande grupo a tocar a canção.

Mas nenhum deles escreveram essa letra. A canção, na verdade, é um pouco mais antiga, sendo datada entre meados do século XVII. Trata-se de canção tradicional irlandesa, que aborda a história de um salteador traído, com plano de fundo nas paisagens montanhosas de Cork e Kerry, na região sudoeste do país.

A canção passou da Irlanda para os Estados Unidos, principalmente nos locais colonizados pelos primeiros. Ao abordar a história de um salteador como herói nacional – que espreitava nas estradas para saquear soldados ingleses – a canção fez sucesso em período da Guerra de Independência.

Você pode conferir as três versões mais famosas logo abaixo, comparando as respectivas diferenças.

Cultura: a gente vê por aqui no C.H

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