Conselhos do Papi

Pêlos: o tabu mais idiota que já vi

Estou aqui pra falar sobre o assunto que está sendo mais do que comentado nas redes sociais e fora delas. O assunto em questão é o ensaio da atriz Nanda Costa para a quase extinta revista Playboy.

O pessoal ta cheio de marra, falando “ai, ela é a nova Claudia Ohana é?” ou chamando a peteca dela de Fidel Castro. Na verdade, a maioria das pessoas ficaram com mimimi sobre a questão dos pelos pubianos da moça. Por favor, peço que olhem novamente algumas imagens e digam se o negócio é tão ruim assim.

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O que eu, como fotógrafo, acho do ensaio? está lindo, sem sombras de dúvidas. Tanto a iluminação, quanto o cenário e a própria Nanda Costa. Taí um ensaio no formato que eu gostaria de fazer algum dia.

Na real, não sei o que acontece com esse povo. A questão da depilação é ainda um tabu forte na sociedade. E eu pergunto: por que uma mulher deve sempre deixar suas partes depiladas, lisinhas como bunda de neném? Eu concordo que muito pelo é meio incomodo na hora de um oral e afins. Por conta disso mesmo que eu aparo os meus. Não é legal sair com a boca mais cheia de pelo que um gato!

Como ninguém aqui vai ter o prazer de chupar a Nanda Costa… quero saber qual o real problemas de seus pelos aparados. O ensaio está feio? Está com um aspecto de suja? Ou você simplesmente acha que mulher só é mulher se estiver totalmente depilada, dos pés a cabeça?

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Comentem ai, sem medo de ser feliz! Afinal, o nome do blog não é Conversas Horizontais a toa 😉

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Conselhos do Papi

Sasha Grey no Brasil!

É parceiros! Nossa eterna musa pornô, boneca de cera da industria sexual, dona da garganta profunda mais linda desse mundo, ela, a única e exclusiva Sasha Grey, pisará em solo brasileiro nessa próxima semana, para o lançamento de seu livro Juliette Society (que faremos uma resenha em breve aqui).

Lógico que o Papi e a Lily não deixarão de ver essa deidade da pornografia mundial pessoalmente, e tentar abraçar, conversar (implorar por um bukake…).

Fiquem ligados na cobertura do CH no lançamento de Juliette Society, obra da musa pornô Sasha Grey!

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Canções do Arlequim

Canções da camisa de força: “Ou de vênus…”

Olá, meus queridos mãozinhas peludas! Aqui quem fala é o titio Arlequim. Sim, estou supondo o Papi seja o papi (não é, o filho é do Tonhão), a Lily seja a mami e eu, como sobro, sou o tio.

Isso não passa, porém, de convoluto ardil para me intitular como tio, visto que ser tio tem todo uma mística: é do aspecto do tio falar “e as namorada?” ou “é pavê ou é pacumê?”. Assim como é de tio o absurdo (real, como todos os absurdos) que estou prestes a vos contar.

Eis: a música Chão de Giz, de Zé Ramalho, é sobre masturbação.

“Mas como? A música é toda romântica, toca no coração!”, está gritando absolutamente ninguém nesse momento. E o titio Arlequim explica para essa plateia vazia: em dois trechos isso fica explícito, e Zé Ramalho entende absolutamente porcaria nenhuma de Freud.

Vamos começar pelo segundo tópico: segundo apurei em minhas aprofundadas leituras em fontes fidedignas (Wikipedia) de Freud, o conceito de falo não tem relação com o pipi do homem, e sim no objeto ao qual deposita seu orgulho: no meu caso, meu desenvolvido órgão de 22 centímetros (braço); no caso do Papi, o Conversas Horizontais.

Agora vamos olhar os seguintes versos: “mas não vou gozar de nós apenas um cigarro / nem vou lhe beijar, gastando assim o meu batom”. Nós temos quatro termos que remetem a sexo nessas frases, dois seriam objetos fálicos no sentido não freudiano: batom e cigarro – cilíndricos, vão à boca, tem a cabeça vermelha (em circustâncias ideais). Gozar é meio evidente, e “beijar, gastando assim o meu batom”, remete a penetração. Até aqui tudo claro, mesmo porque só eu e o Papi estamos lendo isso aqui até aqui.

Estabelecemos, então, onde estava a cabeça (sem trocadilhos) de Zé enquanto escrevia: passando batom nos lábios da moça. Mas há um SUB-PLOT que desmascara a natureza desse sofrimento: no começo da canção, Zé diz: “eu vou te jogar num pano de guardar confetes”. Pano de guardar confetes, se podemos confiar na internet (dica: não devíamos), é uma trouxa onde se descarta os pedaços de tecido que não foram usados em confecções. Zé está descartando pedaços não usados em confecções.

Agora pulemos ao fim da música: “quanto ao pano dos confetes, já passou meu Carnaval / isso explica porque o sexo é assunto popular”. “Já passou meu Carnaval” é uma analogia óbvia ao orgasmo, e, quando somada ao verso seguinte, demonstra claramente que Zé Ramalho é um mão peluda de marca maior.

Inclusive, ele pode estar acessando o Conversas agora. Zé, se você estiver por aqui, parabéns! Sua punheta embala muitos corações apaixonados!

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Canções do Arlequim

Canções do KY Vencido: “time can never mend…”

Estimada, maravilhosa Geni.

Mando esta carta pois não consigo te encontrar no telefone (eu sei, você trabalha muito, não é como se não quisesse me atender): me aceite de volta, Geni!

Aquela, como dizer, “situação” que você presenciou entre eu e o Válter foi uma loucura, coisa de momento. Estávamos bêbados, Geni. Acredite em mim! Aquilo nunca tinha acontecido antes e, me repito, para deixar bem claro, aquelas cuecas estavam lá em casa emprestadas! Geni, eu te amo, você acredita em mim ou nas etiquetas que supostamente eram dois números maiores do que as que uso?

Geni, você não sabe o tamanho da falta que me faz. Tudo que eu tenho aqui para me consolar é minha vitrola e o disco do Abba. Tem nele aquela música do dia em que a gente se conheceu na boate, você lembra? Eu dançava fabulosamente e você se apaixonou. Eu nunca acreditei naquela balela de que você tinha apostado com suas amigas e só ficou comigo por causa da gravidez do George. Você me ama também, eu sei! Eu não falo inglês, você sabe bem, mas o Válter (não é como se mantivéssemos contato, viu, ele me falou uma vez) me disse que o nome da música é Dancing Queen.

Minha amada Geni, estou enlouquecendo sem você. Por favor, volte para mim. Eu prometo nunca mais te irritar usando suas calças legging ou criticando seu penteado, muito menos desperdiçar minhas tardes na ACM jogando tênis com os rapazes. Volte para mim, Geni!

Sei que o Correio provavelmente não entregou as últimas seis cartas, visto que não respondeste, e aguardo sua resposta com o coração apertado.

Do seu amado,

Evandro.

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Conselhos do Papi

Crime que choca… pela incoerência

To fugindo do assunto do blog, eu sei. Mas que se foda, porque esse negócio é meu e faço o que quiser aqui.

Quero só dar uma explanada geral sobre o que EU acho sobre o tal crime, “supostamente” cometido por um garoto na faixa dos 12 anos de idade. Sinceramente, acho absurda a ideia de que seja ele o autor dos crimes – e quando digo absurda, é no nível de suicídio com dois tiros na cabeça!

Tem os fatores da idade do garoto, dos postos dos pais, do barulho que faria, do profissionalismo do crime… o principal, pra mim, é o calibre da arma. Adultos, que tem experiência com armas de fogo, não curtem disparar com .40 por, justamente, a arma ter um recuo forte e descoordenado. Pra quem não sabe, recuo é aquele solavanco que a arma dá. Olhem o vídeo abaixo, por favor.

Perceberam o recuo que essa arma tem nas mãos de um adolescente? Reparem também no barulho que essa arma faz. Seria possível mesmo disparar cinco vezes e ninguém ouvir?

Outra coisa que nem preciso questionar é a acusação que a mãe do garoto fez sobre ligações de colegas com assaltos a bancos…

Queima de arquivo? Não sei, e nem to investigando nada, muito menos querendo formar opiniões. O que peço é que usem a mídia para se informarem, mas nunca como baluarte da verdade!

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